21 de dezembro de 2012

GENTE QUE AMA E SERVE



COMPORTAMENTO PARA O TERCEIRO MILÊNIO
Para o Mundo de Regeneração que se avizinha, se espera um comportamento como deste cidadão de Vila Velha/ES, ela já está exercitanto o Amor ao Próximo ao máximo. No seu trabalho, como Inspetor de Trânsito, ele não julga, não critica, não se exaspera, não sai multando,  mas conduz, ensina, orienta com respeito, amabilidade, carinho, amizade e alegria. Ali naquela rua passam a todo instante desconhecidos, porém ele trata a todos como se fossem seus amigos. Inspetor Meirelles diz que é só "gentileza", mas sabemos que é muito mais - somos todos irmãos, filhos do mesmo Pai, uma grande família universal.
Assista o vídeo.

ALBERGUE NOTURNO DO INSTITUTO ESPÍRITA DIAS DA CRUZ - PORTO ALEGRE/RS
Ao ler o artigo do Presidente do Instituto Espírita Dias da Cruz sobre o trabalho que a Casa faz junto aos moradores de rua, percebi que o Mundo de Regeneração para o qual estamos sendo promovidos, requer exatamente atitudes, pensamentos e sentimentos para com nossos semelhantes como o que é praticado lá - AUXILIAR SEM JULGAR; AUXILIAR SEM ESPERAR NADA EM TROCA. Porque a marca de luz fica no espírito, daquele momento de bondade que o necessitado recebe, além das aparências temporárias e muito passageiras. Isto é o que realmente conta! Veja na íntegra o comentário do Presidente, Sr. Éder Geraldo Cardoso.

Irena Sendler
Durante a 2ª Guerra Mundial, Irena conseguiu uma autorização para trabalhar no Gueto de Varsóvia, como especialista de canalizações. 
Mas os seus planos iam mais além... Sabia quais eram os planos dos nazistas relativamente aos judeus (sendo alemã!)
Irena trazia crianças escondidas no fundo da sua caixa de ferramentas e levava um saco de sarapilheira na parte de trás da sua caminhoneta (para crianças de maior tamanho). Também levava na parte de trás da caminhoneta um cão a quem ensinara a ladrar aos soldados nazistas quando entrava e saia do Gueto.
Claro que os soldados não queriam nada com o cão e o ladrar deste encobriria qualquer ruído que os meninos pudessem fazer.
Enquanto conseguiu manter este trabalho, conseguiu retirar e salvar cerca de 2.500 crianças.
Por fim os nazistas apanharam-na e partiram-lhe ambas as pernas, braços e prenderam-na brutalmente.
Irena mantinha um registro com o nome de todas as crianças que conseguiu retirar do Gueto, que guardava num frasco de vidro enterrado debaixo de uma árvore no seu jardim.
Depois de terminada a guerra tentou localizar os pais que tivessem sobrevivido e reunir a família. A maioria tinha sido levada para as câmaras de gás. Para aqueles que tinham perdido os pais ajudou a encontrar casas de acolhimento ou pais adotivos.   
Irena desencarnou há pouco tempo, aos 98 anos.